segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Resenha - Ágape

Olá amigos!

Bom dia! Segunda-feira começando!

E nada melhor do que começar a semana sentindo o amor de Deus, não é mesmo? Então, a resenha de hoje é do primeiro livro do Padre Marcelo Rossi, Ágape.

Essa semana eu ganhei da mãe da Mari, a dona do Cantinho, o terceiro livro da trilogia do Padre Marcelo Rossi, que se chama Philia. Eu já tinha o segundo volume, Kairós. Então, de posse dos três livros dele, resolvi fazer as resenhas e publicá-las nessa semana, a qual eu chamarei: "Semana Padre Marcelo Rossi"

Na quarta-feira, resenha de Kairós. E para finalizar, sexta-feira teremos a resenha de Philia, fechando a tríade.

O que diz a contracapa:

Ágape - Em seu livro Ágape, com prefácio de Gabriel Chalita, o sacerdote católico tece suas reflexões sobre passagens do Evangelho de São João e convida o leitor a enveredar por inspiradas orações. Os dicionários definem a palavra "ágape" como a refeição promovida pelos primitivos cristãos a fim de celebrar o rito eucarístico. O rito confraternizava ricos e pobres em torno de ideais como amizade, caridade, amor. Em ÁGAPE, livro lançado pela Editora Globo, padre Marcelo Rossi retoma e amplia o sentido original do conceito: "Ágape é uma palavra de origem grega que significa o amor divino. O amor de Deus pelos seus filhos. E ainda o amor que as pessoas sentem umas pelas outras inspiradas nesse amor divino", assinala no texto de introdução do volume. Com sua abordagem de comunicação moderna, original e leve, padre Marcelo leva conforto espiritual e ensinamentos da Igreja Católica para milhões de brasileiros por meio de programas de rádio e TV. O estilo claro, direto e sereno que o transformou em fenômeno midiático está impregnado, agora, em ÁGAPE, obra literária em que o autor apresenta trechos selecionados do Evangelho de são João e os reinterpreta à luz do significado do amor divino no mundo contemporâneo. Madre Teresa de Calcutá e Zilda Arns são alguns exemplos evocados pelo sacerdote para ilustrar as manifestações do ágape, seja pela via da caridade, seja na forma do amor ao próximo, sem exigências nem cobranças. O amor ágape, salienta o autor, não é contemplativo nem se encerra no indivíduo, mas exige ação pessoal e ação interpessoal. Mais do
que se apresentar como estudo teológico sobre os escritos narrados pelo apóstolo, o livro tem explícita intenção oracional. Nesse sentido, trata-se de um diálogo entre o autor, na condição de padre, e seus filhos em busca da boa palavra. Cada capítulo do volume se encerra com uma oração envolvendo os temas ali examinados pelo autor, como a convidar os leitores para um momento de introspecção e de acolhimento das mensagens de Jesus segundo são João. A escolha do Evangelho de são João entre tantas outras possibilidades dentro da Bíblia é justificada por padre Marcelo pela beleza da estrutura literária e pela impressionante delicadeza com que são descritos os momentos da vida de Jesus - como se o apóstolo não se contentasse em apenas narrar os fatos, mas quisesse nos trazer para dentro da situação descrita. Compartilhar a beleza das narrações do evangelista com os leitores é outro dos objetivos declarados do autor, que busca, com ÁGAPE, incentivar cada vez mais a leitura da Palavra de Deus. No prefácio escrito para a obra, Gabriel Chalita acrescenta: "O convite que padre Marcelo nos faz com este livro é exatamente este, que sejamos bons! Que a leitura de trechos da vida de Jesus nos ajude a compreender melhor esse Homem extraordinário que foi capaz de superar a lei e apresentar a razão da própria lei: a pessoa humana. Jesus surpreendeu e surpreende. Seu olhar apaixonante nos impulsiona a desacreditar de teses que nos apresentam um mundo mesquinho, materialista, egoico."

O que eu achei:

Sempre gostei muito das palavras do Padre Marcelo Rossi e sempre o achei uma pessoa de paz. Conheço uma pessoa daqui da minha cidade que trabalhou na Arquidiocese de São Paulo por uns anos. Durante essa época, ela não só soube, mas presenciou muitas vezes o Padre Marcelo Rossi sendo um paladino da paz com todos os que vinham até ele, independentemente da crença que professava.
Contracapa com uma pequenina prece!

Mesmo com sua imagem veiculada na mídia secular, nunca perdeu o foco, que é ser apenas um pequenino instrumento da vontade do Senhor, agindo diferentemente de muitos padres sertanejos por aí, que mantém sua vaidade e seu ego em primeiro lugar.

Lembro dos anos de 1997 e 1998 quando ele começou a gravar suas músicas e iniciou a evangelização através da TV e da Rádio, inovação na transmissão da misericórdia Divina que São João Paulo II já alertava para o século XXI.

E nesse contexto, o Padre Marcelo Rossi mostrou ainda o seu pioneirismo: evangelizando através da palavra escrita, lançando o seu primeiro livro, Ágape.

Comprei-o numa promoção de uma loja na internet. Ainda me lembro bem quando eu o adquiri, em agosto de 2012. Na promoção, era anunciado que o livro vinha com um terço. Finalizada a compra, recebi em minha casa uma miniatura tão pequena do artefato sagrado que era impossível até rezar uma Ave-Maria que fosse naquele quase microscópico terço... Deixei-o de lado e fui ler o livro.

O título do livro é Ágape e isso significa amor. É o amor de Deus, amor que é infinito e que deve pautar em todas as criaturas, de modo a vivermos em paz. O livro deixa muito claro o que vem a ser Ágape:
Ágape é amor e amor em ação. Alimentar o nosso irmão é parte essencial do cristianismo. (Pág. 53)

Ágape vem da língua grega e significa amor. É o amor doação, aquele amor maior que não se preocupa com  qualquer retribuição. 
Aqui está o maior de todos os mandamentos: o amor. Desde o Antigo Testamento, Deus se comunica pelo amor. O Ágape divino é a razão primeira da existência do universo e da história. O amor traz significado à vida. Os gregos falavam de três tipos de amor: Eros, Filia e Ágape. Eros é o mais aprisionado, brincalhão. Filia é amizade. E Ágape é divino. (Pág. 88)
 Partindo dessa premissa, o livro é dividido em capítulos, em que o autor escolhe uma passagem da Bíblia Sagrada e faz seus apontamentos, mostrando o amor de Deus para a vida humana, sempre com relação ao trecho bíblico escolhido. 

Muito embora não fosse citação da Bíblia, achei muito bonito e interessante o trecho a seguir. Tive de transcrevê-lo:
Vivi um momento inesquecível ao lado de Dom Fernando Figueiredo, meu bispo, quando fomos a Roma entregar a ele [João Paulo II] o filme Maria, a mãe do filho de Deus. Visitamos depois o cardeal Ratzinger, cuja singeleza comprovou a tese de que os grandes homens são profundamente simples (Pág. 91)
Então há outros trechos que vão desde as bodas de Caná, até a ressurreição de Lázaro, passando pela crucificação, o encontro de Jesus com a mulher samaritana e a multiplicação dos pães.
Minha coleção, com Ágape em destaque!

E para terminar, antes de iniciar os capítulos, tem-se ainda o prefácio de Gabriel Chalita. Em resumo, é um livro muito bonito, que agrada àqueles que desejam uma leitura leve.

Até quarta-feira com Kairós!









Dados do livro

Nome: Ágape
Autor: Padre Marcelo Rossi
Editora: Globo
Páginas: 125

2 comentários:

  1. Ainda não li o livro... mas comprei para minha avó e admito que depois dessa resenha eu fiquei meio ansiosa para ler :3

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  2. Ps: Quero marcadores da Bienal :3
    Email: lala21magali.21@gmail.com

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