segunda-feira, 24 de junho de 2013

Leitor que indica #1

Boa tarde!!! Como passaram de final de semana?

Estou muito animada, pois lá vem mais um daqueles posts especiais!

Hoje estreia uma nova sessão no blog: Leitor que indica!

Sabemos que é impossível para qualquer pessoa ler todos os livros já publicados no mundo, certo? Foi a partir daí que surgiu a ideia de criar essa nova sessão para o blog. Sei que será impossível trazer para vocês resenhas e comentários de todos os livros do mundo e muitas vezes, mesmo que de forma não proposital, eu acabo procurando leitura dos gêneros que eu mais gosto.

Por outro lado, sei também que gosto é algo muito pessoal e, muitas vezes, eu venho aqui e falo maravilhas de determinado livro enquanto outra pessoa pode ter desistido dele nas primeiras páginas.

Como o blog é um espaço que eu cuido com muito carinho, quero atingir todas as pessoas de todos os gostos, aí surge a razão de abrir esse espaço para o leitor falar e indicar o seu livro de cabeceira.

O “Leitor que indica” é a porta aberta do blog para você, leitor querido, que, muitas vezes, tem um gosto literário diferente do meu e amou um livro que ainda não viu por aqui.

Você nunca terminou uma leitura e teve a sensação que todo mundo deveria ler aquele livro também, de tão especial que é o enredo e a mensagem que ele passa? Eu já, varias vezes!

Nesse Leitor que indica #1 é a vez de alguém muito querido falar por aqui. Alguém que eu já citei inúmeras vezes e que me incentiva demais com esse meu vício de leitora (porque esse vício é dele também, né!). A estreia dessa sessão tinha que ser dele: o meu namorado!

A história do livro que ele conta por aqui é engraçada. Estávamos no shopping e, como sempre, acabamos dentro de uma livraria que estava com uma ótima promoção de livros a 10,00. Fiquei lá procurando o que levar e acabei trazendo três para casa: Os riscos de dormir sozinha (vem conhecer a história – resenha aqui), Em busca da América (em breve no blog) e O ato de amor do povo.

Ao contrário do que ele acha, eu não pensei que O ato de amor do povo se tratava de uma “literatura mulherzinha”, eu sabia bem qual era a proposta do livro, mas ainda não li por falta de tempo (leia-se – passei outros na frente dele... quem nunca?!). A verdade é que ele amou tanto que eu já até dei o livro de presente para ele (tá na hora de você levá-lo embora, amor).

Bom, eu já falei demais, esse espaço hoje é dele. Com vocês, a visão do Marcos Paulo sobre O ato de amor do povo.

“Estava com a minha namorada no shopping e vimos uma promoção de livros, quando ela resolveu comprar esse livro intitulado “O ato de amor do povo”. Acho que pelo título ela encarou como se fosse mais um “chick lit”, mas não é.

Peguei o livro e vi a resenha na quarta capa e me interessei. Comecei a lê-lo em novembro de 2012 e terminei depois de pouco mais de uma semana.
De início a história já prende pela lata carga de história. “O ato de amor do povo” é escrito na Sibéria no ano de 1919, quando os bolcheviques finalmente chegaram àquela área inóspita da Eurásia. Nesse ponto, encontramos Ana Petrovna, uma viúva que tem um menino pequeno. Após a morte do seu amado marido, um soldado puro de coração e cheio de virtudes, ela decide fugir do mundo. Em verdade, ela vai morar na Sibéria às margens da ferrovia Transiberiana para paradoxalmente ficar mais perto do marido morto.
Ana Petrovna vive numa pequena aldeia existente na Sibéria, conhecendo o Capitão Matula, um judeu que tenta impressionar a jovem viúva e que serve ao exército tcheco que protege as imediações em meio a guerra civil que já estava em curso. E o mais estranho, extravagante e excêntrico do livro: também vivem nessa aldeia uma comunidade cristã ultra ortodoxa, cujos membros da seita acreditam e são adeptos da mortificação corporal para atingir o paraíso celeste. Essa seita pratica certos comportamentos e autossacrifícios que assustam pelo radicalismo com que são cometidos. E tal organização religiosa intriga muito a viúva Petrovna, que sabe de um segredo do passado do líder religioso da seita, o enigmático Balachov.
A tênue ordem da pequena comunidade é abalada com a chegada de um homem solto no último Gulag czarista, o jovem Kiril Ivanovich Samárin . A presença do rapaz intriga soldados e habitantes, sobretudo a bela Anna Petrovna, que não resiste ao discurso de Samárin.
Por fim, o elemento histórico casa muito bem com o drama existente n’“O ato de amor do povo”, mostrando a dura realidade de uma vila pobre, misturado com a fé em um futuro melhor, somado, ainda, com os disparates do fanatismo religioso que traz inúmeros prejuízos para os habitantes do pequeno lugarejo da Sibéria.”



 

Dados do Livro:
Nome: O ato de amor do povo
Autor: James Meek
Editora: Record
Ano da Edição: 2006
Páginas: 427










Obrigada, amor, por estrear essa sessão aqui do blog!

Se você também tem um livro que quer muito indicar a todo mundo, me manda um e-mail contando um pouquinho dele: cantinhodeleituradamari@yahoo.com.br O seu pode ser o próximo a passar por aqui!

Espero que tenham gostado!
Desejo a todos um ótimo início de semana.

Boa leitura,


Mari

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